Arquivos: XML e DACTE
GET /v1/cte/{job_id}/file/{tipo}
tipo | Conteúdo |
|---|---|
xml | XML do CT-e autorizado (cteProc: o CT-e mais o protocolo) |
pdf | DACTE |
xml_cancelamento | XML do cancelamento, quando houver |
log | log técnico do processamento |
As rotas genéricas por job também servem:
GET /v1/jobs/{job_id}/arquivos # o que existe para este job
GET /v1/jobs/{job_id}/download/{tipo} # devolve a URL assinada, sem baixar
O DACTE acompanha a carga
O DANFE de uma NF-e acompanha a mercadoria. O DACTE acompanha o veículo, e é o que a fiscalização de estrada pede na barreira. Diferente do cupom da NFC-e, que o consumidor descarta, este documento é conferido por terceiros durante a viagem.
Vale desenhar o fluxo pensando nisso: o motorista precisa do DACTE antes de sair, não depois que o sistema reconciliar.
xml sem protocolo = não autorizado
O xml de um CT-e autorizado é o cteProc — o documento mais o protocolo da SEFAZ.
Se você receber um XML que começa em <CTe> e não em <cteProc>, ele não foi
autorizado; consulte o job para ver o motivo.
Guarde o XML
A obrigação de guarda recai sobre o XML autorizado. O DACTE pode ser regerado a partir dele; o contrário não.
A retenção no Conota depende do plano. Sua operação deve armazenar os XMLs no próprio ambiente.
Pacotes mensais
GET /v1/arquivos/zip-mensal?tipo=cte&competencia=2026-08
Repare no tipo=cte: cada documento tem o seu pacote.